China, Portugal e Brasil se integram em "A Dama de Jade" da autora Yasmin Anukit

Através dos tempos, a redescoberta do Paraíso terrestre tem motivado o avanço da civilização, acionando o plano divino planetário, antes mesmo da era das grandes navegações. Nesta trama, China, Portugal e Brasil se integram, a partir da expansão marítima lusitana, quando misteriosa estatueta de Kuan Yin Bodhisatva, Mãe Divina asiática, - equiparável à Virgem Maria, no Ocidente -, dá origem a uma excitante aventura.

Os personagens e as histórias se entrelaçam ao longo dos séculos, revelando a força sagrada feminina de muitos nomes, que inspira a evolução humana e prefigura a nova Idade de Ouro aquariana. Tudo começa com a viagem de Emanuel dos Santos, um jesuíta português, a Macau e ao Brasil, no século XVII. Paralelamente, nos dias atuais, Meili e Yan, jovens brasileiros de origem chinesa, se lançam em busca da ‘Dama de Jade'...

Dentre os personagens, todos fictícios, se excetuam os monarcas de Portugal, D. Dinis e a Rainha Santa Isabel, revelados conforme sua perspectiva visionária, dando a conhecer o legado deixado às gerações posteriores. Poderá o Brasil vir a tornar-se a Terra da Promessa, pressentida por tantos profetas? Vamos realizar a utopia chamada Brasil? Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal, canta Chico Buarque em Fado Tropical.

Ao descortinar os segredos encerrados nas páginas deste livro, leitor, sua viagem interna será certamente desconcertante e encantadora. 

 

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Trecho de “A Dama de Jade”

 

      “O galeão em que Emanuel e o mestre Zhangshui embarcaram se aventura no oceano, rumo à Ilha de Vera Cruz. Enquanto o pálio celeste não se distingue da brilhante imensidade líquida, a lua brilha no céu. Náusea intermitente,  insalubridade, água lodosa, lábios rachados, sede, fome: tal  o horizonte povoado de fantasmas, caminho tortuoso de iniciação que precisa ser  vivido, suportado e vencido.  Caso uma onda maior de levante, algures, na tormenta, um outro gigante Adamastor sairá das sombras, escondido entre os vagalhões que içam as naus a alturas impensáveis.  Naufrágio, perdições de toda sorte, que o menor mal de todos seja a morte, tinha chorado Camões. Para tais homens intrépidos, domar  as insólitas miragens oceânicas -, espelho da vastidão anímica -, é como vencer as paixões com o leme da vontade e as velas da esperança.”

 

Extraído do capítulo “A gruta do Dragão Dourado”

 

Em “A Dama de Jade”, Chiado Editora,  romance de Yasmin Anukit

 

 

 

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